Não há frio mais persistente
Que o frio inconsciente
Que corroi lentamente
A alma de toda a gente
Corpos quentes, almas frias,
Risos abertos, cabeças vazias,
Estúpidos ...inteligentes
Doutores piores que dementes.
Desmiolados petulantes,
Agressivos ignorantes
De
um mundo de farsantes
Parvos e arrogantes.....
Desgraçados dos humildes,
Atrazados mentais do progresso,
Trabalham
como carneiros,
Num esforço de retrocesso.
M. Quintella
4 comentários:
Muito bom este poema. Gostei
Sr. Quintella, embora não seja um entendido nesta matéria, tenho a dizer que é um excelente poema e uma excelente reflexão.
Abraço
Caro Radu, agradeço o elogio que será devidamente transmitido e que, entrenato, terá resposta direta do autor. Cumprimentos,
Caro Jadu
Fiquei muito sensibilizado com o
sua opinião sobre o meu poema.
Um grande abraço
M. Quintella
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