Este é um trabalho que
apresentei na aula História do Porto, no dia 8 de Maio, na Universidade
Sénior Eugénio de Andrade, depois de ter conseguido uma visita ao Museu do Banco Borges &
Irmão, em 13 de Março deste ano.
Conforme referi no
trabalho, grande parte dos elementos foram recolhidos no livro comemorativo do
Centenário do BBI, de autoria de Fernando de Sousa.
M. QUINTELLA
BANCO BORGES E
IRMÃO
Os bancos
transformaram-se no principal motor da economia contemporânea.
Os sistemas
bancários encontram-se naturalmente dependentes dos níveis de
desenvolvimento económico, da maturidade social e da organização
institucional
que
caracterizam os diferentes Estados.
A análise
das condições históricas que estão na origem dos primeiros estableci-
mentos
de crédito, demonstra que a actividade bancária, tal como hoje é
conhecida
desabrochou
nos países que adoptaram o capitalismo como sistema económico e o
liberalismo
como sistema político.
Portugal não
fugiu a esta regra.Com efeito, no nosso País, a organização bancária
data apenas
de 1822, após a instauração do sistema liberal, com a fundação do
Banco de
Lisboa, graças à iniciativa da burguesia comercial daquela cidade.
Até 1863, apenas
surgirão mais três bancos, todos localizados no Porto segunda
cidade do Reino, o Banco Comercial do Porto, em
1835, o Banco Mercantil
Portuense,
em 1856 e o Banco União do Porto em 1861, o que demonstra a
importância na
economia da cidade do Porto.
Durante o
período compreendido entre 1822 e 1863, são patentes duas caracteris-
ticas
principais da rede bancária nacional. Em primeiro lugar a debilidade da sua
implantação,
em segundo lugar, a fidelidade às origens.
A partir de
1863, uma vez promulgada a lei das sociedades anónimas, “ um verda-
deiro enxame
de instituições de crédito brotou, como por encanto, especialmente
no Norte do
país.”
Entre 1863 e
1876, fundaram-se nada menos de 46 bancos. Só entre 1873-1876
,fora de
Lisboa e do Porto, apareceram 21 estabelecimentos. Em 1875, o capital
de todos
estes institutos, atingiram os 60.000 contos, e o montante dos depósitos
elevou-se a
perto de 25.000 contos.
Esta súbita
aparição de bancos, pareceu a alguns “ um sintoma de aumento incon-
parável de
riqueza”. Amarga ilusão. A explicação do surto bancário que se fez
sentir antes
de 1876 encontra-se sobretudo no aumento das remessas dos nossos
emigrantes,
a viver no Brasil, país que conhecia na altura uma euforia económica
motivada
pela procura do algodão brasileiro, durante a guerra da sucessão dos
E.U.América.
A crise
financeira de 1876, provocada pela baixa do câmbio brasileiro, pela
difícil
situação do nosso comercio com o país irmão, pelas perdas sofridas com
a
especulação de fundos espanhóis e agravada pelas más colheitas de cereais
de 1874-
1875, acabou facilmente com alguns dos bancos recém criados e
demonstrou à
evidência a fragilidade destas instituições, cujo número se
apresentava
nitidamente superior às reais possibilidades económicas do país.
Só na viragem
do século XIX para XX é que a banca passará a desempenhar
papel de relevo no financiamento da
economia e da industria já através do
crédito, que
se tornou num instrumento fundamental da nossa economia, já
através da
tomada de participações no capital das empresas.
Estas ligeiras
reflexões sobre a banca portuguesa do século XIX ajudam a
compreender
não só a natureza da Casa fundada pelos Borges, mas também
a sua própria
evolução.
As origens do
Banco Borges e Irmão, embora humildes, são complexas.
É certo que o
BBI, enquanto Banco, ou seja enquanto sociedade anónima de
responsabilidade limitada, data apenas de 1937. Mas o Borges e Irmão, enquanto
sociedade
comercial de responsabilidade ilimitada, que, entre outras actividades
exercia o
comércio bancário desde 1884. Com efeito, nesse ano, fundou-se na cidade
do Porto, por
iniciativa de António Nunes Borges e de seu irmão Francisco António
Borges, a firma
António Nunes Borges e Irmão, que girou igualmente sob o nome
Borges e
Irmão. Esta Sociedade , porém, como muitas outras sociedades
constituídas no
Porto de finais século XIX, não foi reduzida a escrito, facto que
originou não
poucas confusões quanto ao ano e dia da fundação da mesma.
Parece-nos
muito provável que a formação da Sociedade Comercial de responsabi-
lidade
ilimitada, entre os dois irmãos, tivesse surgido a 7 Fevereiro de 1884, e que
a entrada em
funcionamento da Casa António Nunes Borges e Irmão, se concreti-
zasse apenas a
27 de Fevereiro do mesmo ano.
Uma vez
definida a data da fundação da Sociedade que está na origem do BBI,
importa agora
saber quem eram os irmãos Borges ?
Os irmãos
Borges eram oriundos do lugar do Espadanal, freguesia de Ázere, que
faz parte
actualmente do concelho de Távora, distrito de Coimbra. Eram filhos de
Francisco
António Borges, modesto proprietário rural, e de Josefa Brito Borges.
- António
Nunes Borges, o irmão mais velho, nasceu a 30 Julho de 1858.
Concluiu os
estudos primários na sua freguesia. Com 14 anos de idade, foi para
Lisboa, onde
passou a trabalhar como marçano, na casa bancária Moura Borges
e Cia na Rua
dos Capelistas, propriedade da família do mesmo nome, e à qual
António Borges
estava ligado por um certo grau de parentesco. Mais tolerado que
considerado
pelos seus primos lisboetas, António Borges , algum tempo depois
empregou-se na
casa de câmbios António Inácio da Fonseca, na Rua Arsenal.
Depressa se
impôs como funcionário activo e experiente, de tal modo que em
1878, foi
escolhido pelo patrão para gerente da nova filial que abriram no Porto,
a qual passou a
dedicar particular atenção ao mercado brasileiro, donde provinham
remessas
importantes de dinheiro dos nossos emigrantes.
- Francisco
António Borges, nasceu 15 Outubro 1861. Após os estudos primários
partiu igualmente
para Lisboa, onde iniciou a sua actividade como modesto em-
pregado no estabelecimento em que também estava o seu
irmão António, ou seja
no
estabelecimento de Inácio da Fonseca. Em 1882 foi chamado pelo irmão António
para trabalhar na
filial portuense da mesma casa de câmbios.
Em 1884 a casa de
cambio abriu falência em Lisboa, o que levou os dois irmãos a
estabelecerem-se
no ramo de comércio que conheciam e dominavam já perfeitamente.
Tinham nesse ano
respectivamente, 26 e 23 anos.
O Porto ao tempo
da fundação da Casa Borges
A cidade do Porto,
aquando da fundação da Casa de Câmbios Borges e Irmão, não só
revelava uma
vitalidade demográfica invulgar, como mantinha a nível nacional, uma
invejável posição
nos domínios industrial, comercial e financeiro. Com efeito a cidade
registou na
segunda metade do século XIX, mais particularmente entre 1870-1890 um
aumento de
população acentuado, que se produziu pela taxa de crescimento global
mais elevada das
cidades portuguesas, incluindo Lisboa.
A sua população,
de 87.000 habitantes em 1864 , passou para 106.000 em 1878,
123.000 em 1886 e
atingiu os 139.000 em 1890.
O numero de
estrangeiros a residir na cidade entre 1880 e 1890, era bem diminuto e
nunca ultrapassou
as 6.000 pessoas. A colónia mais numerosa era a espanhola, com
50% do numero
total dos estrangeiros, quase todos galegos. Seguia-se a colónia bra-
sileira, com perto
de 1.200 indivíduos, constituída por portugueses repratiados do
Brasil, e que
contribuíam fortemente para o desenvolvimento material e social do Porto. Em
terceiro lugar aparecia a rica colónia inglesa com 450 a 500 pessoas, numero
bem inferior ao que se poderia supor, tal a influência que a mesma exercia no comercio dos vinhos.
O crescimento
demográfico que se fez sentir no Porto de finais de oitocentos, foi
acompanhado, como
não podia deixar de ser, por uma profunda renovação urbanis-
tica, que alterou,
irreversivelmente a paisagem da cidade. Tinham desaparecido,
total ou
parcialmente as ruas da Banharia, Congostas, Mercadores,Souto,Reboleira,
Viela da Neta, mas
também, lamentavelmente, boa parte das muralhas Fernandinas
e alguns conventos
que faziam parte do património artístico da cidade. Outras ruas
entre as quais
Passos Manuel, Sá da Bandeira, achavam-se quase inteiramente
guarnecidas de
prédios e todos os prédios habitados. O mesmo sucedia nos novos
bairros do Palácio
de Cristal, Duque de Bragança e Alexandre Herculano.
A cidade, que
inaugurara a iluminação a gáz em 1885, e dez anos depois o Palácio
de Cristal para a
grande exposição internacional, orgulhava-se do Palácio da Bolsa,
“como o templo do
trabalho,” concluíra os trabalhos da Alfandega Nova, em 1868, e
iniciava em 1884,
a construção do porto de Leixões. A cidade do Norte, que em 1877,
inaugurara a ponte
D. Maria Pia, construída por Eiffel, e que principiara em 1880,
os trabalhos da
ponte D. Luís, da autoria de Artur Maury, a qual será concluída em 1886
marchava à frente do país quanto à arquitectura do ferro. O Porto em finais
de oitocentos, era
na verdade uma cidade nova, tinha perdido definitivamente “ esse
bom e saudável
cheiro provincial” que embebia alguns dos romances burgueses de
Camilo.
A criação do
Banco Borges e Irmão
Em 1937,por
escritura de 21de Agosto, a firma Borges e Irmão deu lugar à constituição
de uma sociedade
anónima de responsabilidade limitada, sob a denominação social de BBI. Para
tal, nessa data, efectuou-se o reforço do seu capital, o qual passou a ser de
15.000 contos, tendo cada um dos irmãos Borges o quinhão de 7.500 contos, visto
até à data, os
outros dois sócios da firma, José Nunes da Fonseca e Pires Fernandes,
serem apenas sócios
de indústria. Tanto António Nunes Borges como o seu irmão
Francisco Borges
autorizaram a cessão de uma parte da suas cotas a favor de novos
sócios da firma,
todos membros da família. Deste modo, a nova Sociedade passou a
registar 10 sócios fundadores e um capital de 15.000
contos, representado por 15.000
acções. No Conselho
da Administração do Banco tomaram lugar além de António
Nunes Borges, seu
Presidente, Delfim da Silva Vinagre, Joaquim Rangel Pamplona,
José Nunes da
Fonseca e Júlio do Quental Calheiros, Conde da Covilhã, o principal
responsável pela
transformação da Casa Bancária em Banco Borges e Irmão.
Manuel Pinto de
Azevedo, José Gualberto de Sá Carneiro e Armando Marques Guedes
passaram a integrar
o Conselho Fiscal. Francisco António Borges assumiu as funções
de Director Geral.
Mas tanto ele como seu irmão, renunciaram aos honorários a que
tinham direito pelo exercício dos seus cargos, os quais,
aliás, logo deixaram de exercer,
dado o seu estado
precário de saúde. Com efeito, o tempo dos Irmãos Borges estava
a terminar. Unidos
na vida, unidos na morte, morreram em 1939, e com eles um
mundo que
definitivamente se extinguiu na Segunda Guerra Mundial.
Assim, em 1939
quanto à rubrica de capital e reservas, o Borges e Irmão, num total
de 27 instituições
bancárias nacionais e estrangeiras, encontrava-se em sétimo lugar
a seguir ao Banco de
Portugal, Banco Espírito Santo, Banco Fonseca Santos e Viana,
e Banco Pinto e
Sotto Mayor. Das entidades de crédito do Norte de Portugal, o Banco
ocupava incontestavelmente
o primeiro lugar.
A norte do Mondego,
com excepção do Porto, existiam 3 pequenos bancos, o Banco
Agrícola e
Industrial Visieense, o Banco Regional de Aveiro e o Banco de Barcelos,
todos eles com um
capital e reservas inferiores a 2.500 contos e um volume de depósitos
que em nenhum caso
excedia os 14.000 contos.
Na cidade do Porto,
além do BBI, encontravam-se sediados 3 bancos, o Banco Aliança,
Banco Comercial do
Porto e o Banco Ferreira Alves e seis casas bancárias, António
Coimbra e Irmão
Lda,Cupertino de Miranda e Comp. , Fernandes Magalhães Lda,
J. M. Fernandes
Guimarães e Cia., Joaquim Pinto Leite e Filhos e Sousa Cruz e
Companhia Lda
Em 20 de Novembro de
1944 o BBI elevou o capital de 15.000 para 30.000 contos
e alargou a sua
influência a sul, com a abertura de uma nova agência em Setúbal.
Em 1945 o BBI
adquiriu 14 máquinas com o objectivo de assegurar a mecanização
dos serviços de
contabilidade.
O que se tornou mais
inquietante a partir de 1945, foi o Banco Português do Atlântico
que tivera origem na
casa bancária Cupertino de Miranda e Comp., e que acusava já
um movimento febril,
a pronunciar o fim da hegemonia que o BBI detivera, na capital
do Norte, por algumas
décadas.
Na primeira década de
sessenta o BBI que já estava instalado no Brasil como Banco
Borges S.A., passou
para África , com a designação Banco de Crédito Comercial e
Industrial , com
balcões em Angola e Moçambique.
Em 1970, o BBI
relançou a sua posição a nível internacional, abrindo em Joanesburgo
Paris e Caracas,
escritórios de representação, nos quais se instalaram os serviços de
apoio à
transferência das poupanças dos nossos emigrantes. Em Paris este apoio
revestiu particular
significado, dando origem à sucursal do BBI em França.
Assim o BBI tinha :
- Em
Portugal 178 Agências
- Na
Madeira 2 “
- Nos
Açores 3 “
- Em
França 9 “
- Na
Alemanha 1 “
- Nos EUA 1
“
- Em
Angola 66 “
-
Moçambique 47 “
No inicio de 1964,
o BBI foi dos primeiros Bancos a instalar um sistema informático
da IBM.
Em 17 de Maio de
1968 , o BBI foi o primeiro banco na cidade do Porto e um dos
primeiros no país a
instalar a microfilmagem em documentação, nos cheques da com-
pensação e nas fichas de assinaturas de clientes a nível
nacional.
O Movimento do 25 de
Abril originou profundas alterações na organização politica
e económica do nosso
País. Efectuou-se a descolonização em circunstâncias desfavoráveis, que trouxe
para o Continente 700.000 retornados. A nível politico,
procedeu-se à
democratização das instituições e da sociedade e no plano económico
operou-se a
estatização dos principais meios de produção, com a nacionalização da
Banca, dos Seguros e da grande Indústria.
Em 14 de Março de
1975 o BBI passou a empresa pública, com a gestão entregue
a uma Comissão Administrativa, cujo mandato veio a terminar
em 2 Fevereiro de 1976,
data em que tomaram
posse os membros do seu Conselho de Gestão, à semelhança do
que aconteceu com as restantes instituições de crédito
nacionalizadas. Tornou-se de
imediato necessário o estabelecimento de um diálogo com o
Governo, visando o estudo
das medidas necessárias ao saneamento da situação financeira
da instituição.
Assim, não foi de estranhar que o exercício de 1975 se
tivesse encerrado com
algum prejuízo. Porém as decisões tomadas permitiram que o
BBI retomasse
o seu habitual dinamismo, de tal modo, que logo a partir de
1976,o seu ritmo de
crescimento passou a exceder o da Banca Comercial,
nomeadamente nos sectores
de credito e dos depósitos. No campo da rede comercial, o
BBI, desenvolveu o processo
de abertura de novos balcões, os quais reforçaram, a
presença da instituição no Sul e
interior de Portugal.
Em 1980 foi criada na Sede um “ Centro de Apoio a
Emigrantes” destinado a possibilitar
tratamento personalizado a clientes e familiares,
destacando-se pelo alcance sócio
económico que acabou por revestir, a concessão de crédito a
largo milhares de
emigrantes.
Património do Banco
O BBI, possuiu, na região demarcada do Douro as propriedades
da Soalheira, Junco,
Muro Ferradosa, Casa Nova, Hortos e Silho, na região de
Coimbra as quintas do
Choupal e Mizarela e finalmente no Algarve a quinta do
Barranco Longo, todas entregues
à Sociedade dos Vinhos Borges e Irmão , com sede em V.N.
Gaia.
Era também dono do Rivoli , Teatro / Cinema , edifício que
estava pegado à residência
da família Borges,
onde hoje é a Caixa Geral Depósitos.
Aliás havia
uma passagem da residência da Família Borges , para um
camarote boca de cena.
Durante alguns anos,
era no Rivoli que se fazia a festa de Natal para os filhos dos
dos funcionários do
Banco, com entrega de brindes, espectáculo e jantar.
Nesta casa de
espectáculos houve durante alguns anos , concertos de música clássica
promovidos pelo Circulo de Cultura Musical, com a orquesta
dirigida pelo maestro Savindi. Quem hoje percorrer os corredores do r/c e 1º
piso do lado direito no
Rivoli , vê imensas placas na parede a homenagear diversas
individualidades e actores
mas não vê nenhuma a referir-se à Família Borges…. é de
lamentar.
Em Dezembro 1995, o Banco Borges e Irmão , foi adquirido
na bolsa de Lisboa, pelo
Banco de Fomento, e passou a fazer parte do grupo Fomento ,
cujo presidente Dr. Miguel
Cadilhe transferiu-se com a Administração do Banco Fomento
de Lisboa para a antiga
Sede do BBI no Porto, mantendo as duas designações “Banco de
Fomento” e “ Banco
Borges e Irmão” a
funcionar.
Em Agosto 1998 o BPI fez uma opa e adquiriu todo o grupo
Fomento.
O Dr. Artur Santos Silva fez uma reunião com toda a Direcção
do BBI no Hotel
Infante de Sagres onde se congratulou com a aquisição do
BBI, porque era um “ Banco
Centenário da sua querida cidade do Porto “.
Passado um ano acabou a designação BBI e passou a ser tudo
BPI.
Além disto, todos os serviços centrais foram passando para
Lisboa embora a Sede do BPI
seja no Porto.
O meu
curriculum
Junho 1958- Admitido no BBI- Contabilidade
Agosto 1958- Transferido para a Dependência
do Infante
Janeiro 1964- Colocado no Departamento
Estrangeiro
Novembro 1967 - Colocado no Economato e Arquivo, que
ao longo dos anos
passou a ser
sucessivamente Serviços Gerais, Aprovisionamento
e
Documentação, Direcção Administrativa e finalmente Direcção
Administrativa
e de Património
Março 1971-
Nomeado procurador
Janeiro 1973-
Assumiu as funções de substituto do Director responsável pelo
Aprovisionamento e Documentação
Julho 1978-
Nomeado Assistente de Direcção
Março 1984-
Nomeado Subdirector
Janeiro 1985-
Nomeado responsável pela Área de Documentação e Apoio da DAP
no Porto e em
Lisboa
Janeiro 1995-
Nomeado Director Adjunto
Novembro 1995-
Nomeado substituto do Director Cordenador
DIRECÇÃO
ADMINISTRATIVA E DE PATRIMÓNIO
Director Coordenador
Substituto Director Coordenador
Compras – P / L
Contabilidade – P / L
Economato – P / L
Reaprovisionamento- P / L
Gestão de Stoks – P/L
Reprografia
Cantina
Arquivo- P/L
Microfilme - COM
Recepção e Expedição Correio- P/L
Manutenção- P/L
Património – P/L
Imobilizado- P/L
Seguros- P/L
Museu do Banco
Limpeza-P/L
Motoristas- P/L
Central Telefónica- P/L
Viaturas – P/L
Sistemas de Segurança- P/L

2 comentários:
Excelente trabalho de pesquisa. Será que tem informação sobre os proprietários da "Quintinha" onde está instalada a PJ (Rua de Pereira Reis)? Recordo-me que se falava que a quinta era do Francisco Borges (Chiquinho Borges) que a vendeu por necessidade económica. O jardineiro (Sr. Virgílio) viveu lá até ao fim dos seus dias. Além desta quintinha, o Francisco Borges, teria uma outra quinta em Barcelos e um andar/vivenda na Av. Fernão de Magalhães. Qual o grau de parentesco deste com o Conde da Covilhã? E com a D. Maria Borges? O motivo pelo qual lhe endereço estas questões é puramente por curiosidade. Agradeço desde já a informação que me puder prestar.
Resenha interessante. O que me levou a lê-la foi o facto de ter visitado uma dependência do agora Banco BPI em Tábua e os colaboradores terem indicado aquela terra como sendo a origem dos irmãos Borges. No texto menciona o concelho de Távora.
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